terça-feira, 26 de maio de 2015

Benefícios nutricionais do fígado bovino

O fígado bovino fornece uma variedade de benefícios para a saúde em formas que podem ser facilmente absorvidas pelo corpo. O fígado contém também um nível maior de colesterol do que outros alimentos, de forma que deve ser consumido com moderação. Devido às suas propriedades nutritivas, o fígado deve ser incorporado a uma dieta saudável.
Os principais nutrientes presentes no fígado são:
Vitamina A
O fígado bovino fornece uma forma de vitamina A que é facilmente absorvida pelo corpo e o Office of Dietary Supplements, dos Estados Unidos, informou que uma porção de 3 onças (85 gramas) fornece 545% da quantidade diária recomendada dessa vitamina. A vitamina A tem um importante papel em manter o sistema imune saudável, ajudar os ossos a se manter fortes, garantir o crescimento e divisão celular corretos e proteger a visão.
Uma porção de 68 gramas de fígado bovino cozido contém 21.565 Unidades Internacionais (UI) de vitamina A, o que equivale a 431% da quantidade diária recomendada dessa vitamina em uma dieta de 2.000 calorias. A vitamina A do fígado está na forma de retinol, equivalentes de retinol, beta e alfa caroteno e beta criptoxantina. A maioria da vitamina A está na forma de retinol e equivalentes de retinol, com 6.411 microgramas e 6.429 microgramas, respectivamente. Existem 110 microgramas de beta-caroteno e 7,5 microgramas cada de alfa caroteno e beta criptoxantina.
O Instituto de Medicina dos Estados Unidos recomenda 900 microgramas ou 3.000 UI por dia para homens adultos e adolescentes com idade de 14 anos ou mais e 700 microgramas ou 2.333 UI por dia para mulheres adultas e adolescentes de 14 anos ou mais. Mulheres em lactação precisam consumir aproximadamente 1.300 microgramas de vitamina A por dia ou 4.333 UI. Os adolescentes entre 9 e 13 anos devem consumir 600 microgramas ou 2.000 UI de vitamina A por dia. Crianças e bebês precisam de 300 a 500 microgramas por dia ou aproximadamente 1.000 a 1.600 UI, de acordo com o Centro Médico da Universidade de Maryland. O limite máximo tolerável de vitamina A é de 10.000 UI por dia.
Vitaminas B
A família das vitaminas do complexo B ajuda o corpo a metabolizar alimentos, manter a pele saudável, ajuda na produção de células vermelhas do sangue, protege o sistema nervoso e ajuda a prevenir alguns defeitos ao nascimento. De acordo com o site Womenshealth.gov, o fígado bovino fornece vitaminas B1, B2, B3, B6, B9 e B12.
Uma porção de 85 gramas de fígado oferece cerca de um terço da vitamina B6 requerida diariamente. Essa vitamina hidrossolúvel, também chamada de piridoxina, trabalha com o corpo para dar suporte ao sistema nervoso, na formação de células vermelhas do sangue, na função hormonal e no desenvolvimento de ácidos nucleicos.
Também conhecida como cobalamina, a vitamina B12 também é encontrada no fígado. O Centro Médico da Universidade de Maryland identifica essa vitamina como essencial para a produção de DNA e RNA. A vitamina B12 também trabalha com outras vitaminas do complexo B para regular os níveis sanguíneos de homocisteína, um aminoácido associado a doenças cardíacas; para metabolizar gorduras e proteínas e para manter pele, cabelos, olhos e o fígado.
Quarenta e três por cento dos requerimentos de ácido fólico (vitamina B9) podem ser obtidos a partir de uma porção de fígado. O Instituto Linus Pauling explica que o ácido fólico é um componente crítico no metabolismo de carboidratos, ácidos nucleicos e aminoácidos.
A riboflavina (vitamina B2) é usada dentro do corpo com outras vitaminas B para converter carboidratos em energia, para a produção de células vermelhas do sangue e para outros processos metabólicos. Mais de 130% dos requerimentos diários de riboflavina estão contidos em uma única porção de fígado.
Mais da metade da quantidade requerida de niacina (vitamina B3) está presente em uma porção de 85 gramas de fígado bovino. A niacina suporta os sistemas digestivo e nervoso, além da pele e, assim como outras vitaminas do complexo B, ajuda a produzir energia para o corpo.
Vitamina D
O fígado bovino é um dos poucos alimentos que é fonte natural de vitamina D, fornecendo 12% da quantidade recomendada diária por porção de 100 gramas. A vitamina D tem um papel importante na saúde dos ossos, no sistema imune e na redução de inflamação nas juntas.
Ferro
A forma mais facilmente absorvida do ferro vem de carnes como carne bovina, peixes e frango. O ferro é crítico para a distribuição de oxigênio através do corpo e a deficiência de ferro, ou anemia, pode causar fadiga, arritmias cardíacas, entre outras coisas. O Centro de Saúde McKinley afirma que o fígado bovino fornece 7,5 miligramas de ferro por porção de 85 gramas, que é a segunda maior fonte de ferro dentre os produtos de carne. Somente o fígado de frango tem mais ferro por porção. A quantidade recomendada de ferro varia de acordo com a idade, a dieta, entre outras coisas. Por exemplo, uma mulher na pré-menopausa requer 18 mg de ferro por dia, enquanto uma mulher vegetariana requer 33 mg de ferro por dia.
Calorias
A universidade de Nebraska informou que 85 gramas de fígado bovino contêm 149 calorias. Isso é um pouco mais do que cortes muito magros de peito de peru ou de frango sem pele, que contêm 105 calorias por porção. Em comparação, a carne escura sem pele do frango e do peru possui 165 calorias por porção de 85 gramas, assim como porções de carne bovina e suína magras. Pessoas que estão em dieta de restrição podem optar pelo fígado bovino, à medida que é um alimento com uma quantidade relativamente baixa de calorias e muito rico em nutrientes.
Referências bibliográficas:
Office of Dietary Supplements: Dietary Supplement Fact Sheet: Vitamin A and Carotenoids
UK Food Standards Agency: Meat
Womenshealth.gov: Staying Active and Eating Healthy — Vitamins
Office of Dietary Supplements: Dietary Supplement Fat Sheet: Vitamin D, Vitamin A and Carotenoids
McKinley Health Center: Dietary Sources of Iron
Calorie Lab: Beef, variety meats and by-products, liver, cooked, braised Nutrition Facts
Institute of Medicine: Dietary Reference Intakes (DRIs)
Oregon State University Linus Pauling Institute: Vitamin A
MedlinePlus: Vitamin A, riboflavin
Linus Pauling Institute: Folic Acid, vitamin A
University of Maryland Medical Center: Vitamins – All Information
USDA National Nutrient Database: Beef Liver

Artigo baseado em revisões feitas por Jenna Marie (atualizado em 26/01/11), John Hagemann (atualizado em 26/09/10) e Victoria Dugger (atualizado em 7/09/10), publicadas no site www.livestrong.com.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Astronomia


Olhar para o céu é o passatempo de muitas pessoas ao redor do mundo, e não estamos falando de astronautas ou funcionários da NASA. Existem centenas de astrônomos amadores que dedicam várias de suas noites a observar os astros e estudar um pouco mais sobre o Universo.
Para esses amadores, alguns acontecimentos no céu são bem corriqueiros, como a passagem de satélites ou de meteoros. Porém, não é todo mundo que tem o costume de estudar mais a fundo o que acontece acima de nossas cabeças e, por isso, essas pessoas acabam cometendo alguns erros. Por mais simples que esses equívocos sejam, é sempre bom esclarecer para que eles não sejam passados para frente.

É verdade que dá para ver satélites artificiais a olho nu?

Sim, e eles parecem estrelas “correndo”. Com o telescópio é mais difícil ver um satélite artificial passando, pois além de eles cruzarem o céu a uma velocidade aparente considerável, com o telescópio você enxerga uma área menor da abóboda celeste, fazendo com que as chances de um objeto passar ali sejam pequenas.
Além dos satélites, também é possível ver a Estação Espacial Internacional e os ônibus espaciais passando. Existem sites como o Heavens-above.com que trazem a data e o horário em que alguns satélites e a ISS cruzarão o céu da sua região. Em fotografias de longa exposição, o objeto é registrado como um risco contínuo e forte, como na foto abaixo que registrou a passagem da Atlantis.

Existe estrela cadente?

Claro que existe, mas o nome correto é meteoro (ou meteorito). Trata-se de fragmentos de cometas e outras matérias que ficam vagando pelo espaço e são atraídos pela força gravitacional da Terra. Quando atinge a atmosfera do nosso planeta, os pequenos viajantes tornam-se incandescentes, dando origem ao efeito luminoso do meteoro. Em uma noite limpa e bem escura, é possível ver muitos meteoritos cruzando o céu; basta prestar atenção.

E por que a chuva de meteoros não “chove”?

As chamadas chuvas de meteoro acontecem quando há um aumento na quantidade de meteoritos cruzando o céu. Em uma noite comum, dentro de uma hora é possível ver cerca de cinco objetos do gênero. Nas chuvas, você consegue observar até doze meteoros em 60 minutos.

No verão é mais quente porque estamos mais perto do Sol?

Não! Esse erro é muito comum, mas o afélio (época em que a Terra está mais longe do Sol) e o periélio (quando o planeta está mais próximo do Sol) nada têm a ver com as estações do ano. É a inclinação da Terra que faz com que haja períodos quentes e frios em épocas diferentes para cada hemisfério.
Essa inclinação faz com que uma dada região receba menos radiação solar do que a outra. Isso interfere no clima do planeta e dá origem às quatro estações que conhecemos. O início de cada estação é definido por dois fenômenos astronômicos, chamados de “solstício” (para o verão e o inverno) e “equinócio” (para a primavera e o outono).
(Fonte da imagem: Astronomia no Zênite)

Todo cometa é visível a olho nu?

Não. Os cometas nada mais são do que bolas de gelo sujo que orbitam o Sol. Quando estão próximos à estrela principal do Sistema Solar, o núcleo do cometa é afetado pelo vento e pela radiação solar, fazendo com que a cauda se forme. Quando iluminada pelo Sol, essa cauda fica mais visível, mas nem sempre ela é grande o suficiente para que o objeto seja visto a olho nu.
Às vezes, um cometa pode passar por um súbito e grande jato de gás e poeira, fazendo com que sua cauda e coma aumentem de tamanho e ele possa ser visto da Terra. Em 2007, essa injeção de poeira pode ser vista no cometa Holmes.
Cometa C/2011 W3 Lovejoy
(Fonte da imagem: Fernando Augusto Lopes Corrêa / Grupo Astronômico Nevoeiro)

As manchas solares são erupções no Sol?

Justamente o contrário. As manchas observadas na superfície do Sol são, na verdade, as regiões mais frias e de menor pressão da fotosfera do astro. Enquanto a superfície solar pode chegar aos 6.000 oC, na área das manchas a temperatura varia entre 1.500 oC e 2.000 oC. O surgimento dessas áreas frias está associado ao campo magnético da estrela.

Uma frustração comum: coloração dos planetas

O sentimento de frustração é muito comum ao olhar um planeta pela primeira vez em um telescópio amador. Normalmente as pessoas vão preparadas para ver o que as fotos mostram: cores vistosas e aumentos espetaculares. Sim, os planetas são coloridos, mas pelo telescópio elas aparecem mais fracas, dando a impressão que o astro está desbotado.
As imagens que você encontra na internet normalmente são tratadas com dezenas de filtros e efeitos para destacar algumas características dos planetas. Além disso, as fotos da NASA, por exemplo, são tiradas por telescópios muito mais potentes do que aqueles usados por astrônomos amadores.
Então como saber que você está vendo um planeta? A forma esférica do objeto não deixa dúvida de que se trata de um planeta. Além disso, alguns astros possuem características bem distintas, como os anéis de Saturno ou as faixas e luas de Júpiter.
.....
Agora que você já esclareceu algumas das dúvidas mais comuns para quem não tem a Astronomia como atividade cotidiana, conte para outras pessoas e ajude a acabar com alguns mitos populares. E não se esqueça de enviar seu comentário no espaço abaixo. 

domingo, 18 de janeiro de 2015

Banha de Porco é mais saudavel que óleo vegetal


O óleo vegetal é um veneno. A banha de porco é mais saudável


Houve um tempo em que a humanidade só consumia gordura animal. Foi no inicio do século XX que se iniciou o consumo do óleo vegetal ao ponto de sua quase total substituição a gordura vegetal. Propagou-se por muito tempo que o óleo vegetal era mais saudável e alem da soja tantos outros foram apresentados como alternativas melhores para o uso alimentício dos óleos. Esse mito começa a cair e em Búzios temos um médico, o Dr. Romualdo Lima, o Doc, que nos explica: “Até 1911 não havia nenhum registro de infarto do miocárdio nos Estados Unidos, foi justamente nesse ano que se introduziu o óleo vegetal no mercado, o Dr. Paul White fez um estudo que constatou que em 1930 foram registrados 300 casos de infarto e em 1960 já eram 30,000 casos. Existem inúmeros produtos no mercado que afirmam ser ‘saudável’, mas a verdade por trás de cada produto é revelada lentamente, ao longo do tempo, quando estes produtos começam a afetar a sua saúde, e as revelações são feitas quanto à salubridade real de um determinado produto.
O caso é semelhante com óleo vegetal hidrogenado, que pode ser considerado um verdadeiro veneno ao organismo humano”. Doc, ainda explicou que na década de 80 começou a se divulgar amplamente o mal causado pelos óleos vegetais, em especial os de milho, girassol e soja. Entre os males causados por eles estão inclusive o câncer. Nesse embate entre indústria e medicina a indústria aparentemente saiu ganhando e através das armas de propaganda conseguiu propagar a superioridade do, até então desconhecido, “óleo de canola”. “Na verdade o óleo de canola é uma grande fraude. Se fez acreditar que esse óleo era o mais saudável e melhor no preparo de saladas e outros alimentos. Mas a verdade é que não existe uma planta chamada canola. O chamado ‘Óleo de Canola’ foi desenvolvido geneticamente pela hibridação da Colza. O óleo dessa planta é tóxico. O óleo de canola é uma substância venenosa, um óleo industrial que não pertence ao corpo”, alertou.
No Brasil uma informação preocupante acompanha o óleo de canola, ele está presente até mesmo em formulações infantis como o NAN e, segundo índices do Ministério da Saúde, virou sinônimo de saúde para nove em cada 10 profissionais da área. Em contraste a esses óleos nocivos a saúde Doc nos falou sobre o óleo de coco, e até mesmo da banha de porco, como uma alternativa muito mais saudável que esses óleos e cita os estudos de diversos cientistas sobre o assunto: ¹ “O óleo de coco extra virgem auxilia no balanceamento das taxas de colesterol do sangue por manter ou aumentar o índice do bom colesterol (HDL), contribuindo para a prevenção e o tratamento de doenças cerebrais e cardiovasculares” e acrescenta o básico para iniciar uma revolução na saúde integral de cada um: “ Frutas (de preferência orgânicas), peixes, ovo, leites de coco, amêndoa, óleo de coco, muita água, verduras e vegetais”.
Onde achar óleo de coco
Quem quiser experimentar as qualidades impares do óleo de coco, o único que não faz mal a saúde, três estabelecimentos de renome oferecem o produto. Pode encontrar no
  • Feel Good: Avenida José Bento Ribeiro Dantas, 3600, Geribá
  • Golden Market: Avenida José Bento Ribeiro Dantas, anexo ao Porto da Barra, Manguinhos.
  • Restaurante Boom: Rua Manoel Turíbio de Farias Rua Manoel Turíbio de Farias, 110
¹Fonte: Jornal de Busios. (Mesink & Katan, 1990; Willet et al, 1993; Ascherio & Willet, 1997; Lichtenstein et al, 1999; Norton et al, 2005)”

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Do prefácio da manjedoura ao calvário


Do prefácio da manjedoura ao calvário:

 a Nova Aliança firmada pelo Sangue de Jesus

Antes de Cristo, os homens procuravam ter experiências com Deus - depois de Cristo,
 foi o próprio Deus quem buscou ter experiências "como" homem e "entre" os homens.

Font: guiame.com.br
Do prefácio da manjedoura ao calvário: a Nova Aliança firmada pelo Sangue de Jesus










Pactos e alianças em alguns cenários da antiguidade eram chancelados por meio de sangue.
O sangue, com símbolo maior da vida, era o elemento garantidor do cumprimento pleno
 dos acordos firmados.
Foi assim, pelo sangue Perfeito, que a Nova Aliança se firmou, inaugurando tanto um novo
 paradigma na relação com o divino como uma nova consciência diante da
vida.


Antes de Cristo, os homens procuravam ter experiências com Deus - depois de

Cristo, foi o próprio Deus quem buscou ter experiências "como" homem e "entre" os homens.
Seu sangue na cruz foi o elemento autenticador desse direito / privilégio - que é todo nosso - mas
 não sem o prefácio da manjedoura, por meio da qual Ele entendeu, desde o início, o calvário como
 santa obstinação.
É que no coxo entre os animais lhe fora dito pelas insinuações simplórias do contexto, que aquilo que
parece ser vergonha, medo, culpa e maldição humana, é convicção, coragem glória e bênção de Deus.
Pense nisso!
Por Bruno Brandão - escritor e pastor da Igreja de Atos, em Fortaleza (CE)